quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Um presente para meu amigo Kleber


                                   Meu mais novo amigo de trabalho com CD do Adorelle

Esta semana tive uma experiência muito gratificante, primeiro como filha de Deus e segundo como jornalista. Fui encarregada de fazer uma matéria para o jornal da Eletrosul. Meu entrevistado é um estagiário com uma verdadeira lição de vida para todos nós. O nome dele é Kleber e trabalha com armazenamento de documentos no departamento de Assessoria de Responsabilidade Social, (ARS), da empresa. Ao ler o e-mail com algumas informações descobri que meu entrevistado é autista. Logo fiquei preocupada. Como eu deveria entrevistá-lo? Quais seriam as minhas dificuldades? Conversei com a supervisora dele. A ideia era tirar dúvidas e saber como eu deveria agir. “Nada de anormal, apenas faça perguntas diretas”, ela me disse. Fiquei sabendo depois que o autismo é um transtorno que afeta a comunicação, a interação social e o uso da imaginação. Se alguém dizer que ficou “amarrado” no trânsito, o autista pensará literalmente na situação e não no sentido figurado.

Antes da conversa pensei no CD do Adorelle que eu havia comprado no Festival de Verão, que ocorreu na Igreja da Família Cristã está semana (24). A pessoa que me vendeu usou as palavras “Compra, você pode presentear alguém”. Na hora comprei e fiquei pensando quem eu deveria presentear.
Fui até o local de trabalho para entrevistar o Kleber, logo que cheguei fui recebida com um enorme sorriso. O rapaz, com 25 anos, veio me receber com um beijo no rosto e com uma felicidade enorme de participar da matéria. Sentamos na mesa de reuniões para iniciar a entrevista. Todas as perguntas foram sendo respondidas, diversas vezes eu me perguntei se ele realmente tinha algum problema. A dificuldade de comunicação era aparente, mas as ideias eram concisas.  Confesso que melhor que as minhas, em alguns casos.

Ainda não tracei a história de vida dele completamente,  pois ainda vou entrevistar a mãe e colegas de trabalho. Mas as informações que obtive já posso concluir que ele é um vitorioso, um exemplo. Foi aprovado em geografia e biblioteconomia na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e hoje já está 7º fase e pensando no TCC. Quando a matéria para o jornal ficar pronta quero publicar aqui na íntegra.
No meio da entrevista ele deu um glória a Deus da maneira que só um cristão dá. Não pude resistir e perguntei:

- Você é evangélico?
- Sou sim. Frequento com a minha irmã na igreja Luterana – Ele respondeu.
- Eu também sou, congrego na Igreja do Evangelho Quadrangular – Respondi.

Ele me perguntou onde eu participava, respondi que fica no centro da Palhoça. Rápido ele retrucou:

- Do Pastor Natércio. Já participei do

Lembrei da história que me contaram antes de entrevistá-lo. Ele ama lista telefônica e possui uma capacidade incrível de memorização. Eu não consigo gravar nem o ramal do meu setor.
Para finalizar ele curtia Adorelle e ficou muito feliz quando eu presenteie com o CD que havia comprado no show. Entendi que Deus nos dá força para lutar e nos faz vitoriosos, mesmo que os diagnósticos mostrem o contrário.
...“Porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.  1 João 5:4

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