Os deputados de Santa Catarina aprovaram, nesta quarta-feira, por unanimidade, a lei que proíbe a venda e a distribuição das chamadas 'pulseiras do sexo' no estado. Estabelecimentos que não cumprirem a lei serão multados em R$ 5 mil. Em caso de reincidência, poderá perder as licenças de funcionamento. O projeto ainda deve ser sancionado pelo governador Leonel Pavan (PSDB). O projeto, de autoria do deputado Narcizo Parisotto (PTB), foi apresentado à Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia na semana passada, quando o tema ganhou caráter de urgência. Nesta semana, a Comissão de Educação, Cultura e Desporto também se sensibilizou com a proposta, fazendo com que projeto fosse colocado rapidamente em votação.
A justificativa para a proibição é o significado sexual que o acessório ganhou entre crianças e adolescentes. A brincadeira que envolve a pulseirinha do sexo consiste em tirar o adereço do outro e, dependendo da cor escolhida, o "prêmio" pode ser um simples abraço ou uma relação sexual.
O caso ganhou mais repercussão no cenário nacional, quando uma adolescente de 13 anos foi estuprada por pelo menos três rapazes, em Londrina (PR). O crime teria sido motivado pelo uso da pulseira, segundo a polícia. A cidade proibiu o uso nas escolas. Outras cidades também vetaram a pulseira, como Sertãozinho e São Jose dos Campos, em São Paulo, e Dourados, no Mato Grosso do Sul.
Fonte: Click RBS e O GLOBO.
Imagem: http://pibjfchristfixation.files.wordpress.com/.



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